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Quem era o suspeito de matar a esposa e o neto de 13 anos com picareta

A mulher e o neto estavam dormindo, em quartos diferentes, quando foram mortos com golpes de picareta. Após o crime, o homem se enforcou

Publicada em 06/04/2026 às 11:32h - 35 visualizações

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O homem de 64 anos suspeito de matar esposa e o neto de 13 anos, enquanto eles dormiam, com uma ferramenta conhecida como picareta, foi identificado como Antônio Carreiro de Sousa (foto em destaque).

duplo homicídio ocorreu na noite de sexta-feira (3/4)e é apurado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Águas Lindas (GO), no Entorno do Distrito Federal.

Segundo a investigação, após assassinar as vítimas — Tertúlia Bezerra da Silva Sousa, de 63 anos, e o neto Davi Correia de Sousa, de 13 anos, o autor do crime se enforcou no quintal da casa onde moravam. No mesmo lote, morava a mãe de Davi, que não estava em casa no momento do crime.

Cena horripilante

A mulher estava no quarto dela em cima da cama. O menino estava em outro quarto, também na cama. A suspeita é de que os dois, que estavam com ferimentos na cabeça provocados por uma “picareta”, tenham sido mortos enquanto dormiam.

 

O neto chamou o amigo para ir à casa dos parentes após não conseguir contato com eles. No local, os dois encontraram uma cena horripilante, com três corpos em distintos locais da casa.

Sonhos interrompidos

Dona de casa, Tertulia foi descrita pela filha, Lúcia Carreiro 43 anos, como uma mulher dedicada ao lar. Já Davi, estudava, gostava de jogar bola e de videogame com os primos. Segundo a mãe, ele sonhava com o futuro: na infância, dizia que queria ser policial; mais velho, passou a dizer que desejava ser jogador de futebol.

Filha de Tertulia e mãe do adolescente, Lúcia contou ao Metrópoles que o neto e os avós eram muito apegados. Tanto que ela confiou em viajar e deixar o menino aos cuidados dos avós.

“A sensação é de não ter mais família”

Abalada, ela relatou que o pai enfrentava problemas com bebida alcoólica, o que gerava preocupação na família.

“Ele andava bebendo e minha mãe sempre pedia para ele parar. Mas fazia dois dias que ele não estava bebendo. Todos nós éramos contra a bebida dele”, disse.

 

No momento do crime, Lúcia estava fora. Ela viajava para o Ceará quando recebeu a notícia por telefone, dada por uma sobrinha. “Minha sorte é que eu não estava em casa, se não também teria sido eu”, afirmou.

Agora, a dor da perda marca a sobrevivente. “A sensação é de não ter mais família”, desabafou.

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