
O escritório de advocacia que representava Pedro Turra anunciou a saída do caso, após o ex-piloto se tornar réu por homicídio doloso.
A Justiça do DF manteve a prisão preventiva de Turra, citando um "padrão de comportamento violento" e possível interferência nas investigações.
Rodrigo Castanheira, de 16 anos, faleceu após 16 dias internado, levando o MP a reclassificar o crime para homicídio doloso.
O Ministério Público solicitou que Pedro Turra pague R$ 400 mil por danos morais à família da vítima, além da condenação criminal.