Núbia prefere comprar alimentos para ela mesma preparar. “Eu nunca pego um peru e coloco direto no forno. Prefiro usar o meu tempero caseiro”, revela. Ciente da importância dos vegetais, ela aposta na criatividade para fazer apresentações bonitas, que chamam a atenção. “Uso legumes e verduras, cozidos ou crus, para fazer saladas bem bonitas”, diz.
Bom senso nas escolhas
Cunha ressalta a importância do Guia Alimentar para a População Brasileira. Elaborado pelo Ministério da Saúde, o documento reforça que não existem alimentos “proibidos”, mas, sim, escolhas que devem ser feitas com consciência. As exceções podem acontecer, como um doce ou um prato típico das festas, desde que inseridas em uma rotina que continue priorizando alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, vegetais, feijões, carnes, cereais, leite e ovos.
"O que realmente deve ser evitado ao máximo, especialmente para crianças, são os alimentos ultraprocessados: refrigerantes, salgadinhos, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, embutidos, bebidas açucaradas, doces industrializados e produtos prontos ricos em aditivos. Esses alimentos não fazem parte de uma alimentação saudável em nenhuma época do ano e podem interferir no apetite, no comportamento e no estado nutricional”, afirma a nutricionista da SES-DF.
“As férias podem trazer uma rotina mais leve e flexível, mas isso não precisa significar ‘chutar o balde’. É possível aproveitar encontros, viagens e celebrações sem abrir mão completamente de hábitos saudáveis. É sempre tempo de 'pegar o balde’ de volta”, acrescenta Cunha




